Caos urbano selvagem no desenvolvimento apressado de Manaus

manaus_portoO Porto de Manaus, terceiro maior exportador do País, que atende cinco Estados (foto: Priscilla Haikal)

Ao chegar na capital amazonense pelo Aeroporto Internacional Eduardo Gomes nota-se o desenvolvimento urgente batendo à porta de Manaus. O local é uma das várias instalações da cidade que estão passando por reformas, visando a sede da Copa do Mundo de 2014.

Até o mês passado, a Arena da Amazônia tinha 62% da construção concluída. A montagem das arquibancadas foi finalizada, e a cobertura do estádio já começou a ser instalada. Outro projeto em desenvolvimento na cidade é o Prosamim (Programa Social e Ambiental dos Igarapés de Manaus). A iniciativa busca urbanizar e recuperar as áreas que abrangem os braços de rios que cortam a capital, que segundo dados da do INPA (Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia) somam 148 no município. As ações tiveram início em 2006 e desde então mais de 60 mil pessoas foram realocadas de palafitas para unidades habitacionais. Apesar dos esforços para recuperar as regiões, ainda há muitos casos de abandono, onde é possível ver instalações depredadas, lixo nas águas, e casos de falta de saneamento. Quase no mesmo período, começou a revitalização do Mercado Municipal Adolpho Lisboa. A reforma se estende há mais de seis anos e foi orçada em R$ 8,8 milhões. Enquanto isso, os comerciantes estão ocupando os fundos do local, onde funciona uma feira provisória. O local datado de 1883 é tombado pelo Iphan (Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional). A previsão é que seja reaberto no dia 24 de outubro, data do aniversário de Manaus. Serviço www.manaus.am.gov.br  

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