Eleições realizadas este mês são legítimas, afirma ABIH-Nacional

ABIH-Nacional- eleiçãoChapa de Linhares venceu por 49 votos a um

Realizada no dia 1º de outubro, as eleições da ABIH-Nacional escolheram a chapa que ficará à frente da entidade no biênio 2020/2021. Após questionamentos sobre a legitimidade do pleito, a Associação confirma os resultados e a reeleição do atual presidente, Manoel Linhares.

Segundo a entidade, a chapa eleita não está impugnada ou sofreu qualquer tipo de questionamento oficial da Justiça. A ação liderada pela concorrente, Vanessa Pires Morales (ABIH-GO) foi negada pelo juiz responsável, conforme três decisões proferidas nos autos e que indeferiram os pedidos da mesma. 

A ABIH-Nacional, em comunicado à imprensa, alega que “a conduta da chapa vencida enfraquece o desenvolvimento do trabalho para que o turismo  e a hotelaria, em especial – assuma um papel de maior relevância na economia brasileira e expõe a imagem da indústria de hotéis a nível nacional ao tentar compor um cenário que mostra um setor envolvido em polêmicas desnecessárias e oportunistas”. 

Dessa maneira, a entidade informa que a chapa Renovação e União contesta a legitimidade dos resultados desde o início do processo eleitoral. Entretanto, a concorrente não cumpriu normas do estatuto para a candidatura, como a comprovação de que Vanessa seria cotista ou sócia de algum empreendimento hoteleiro - uma das exigências para concorrer ao cargo. 

Foi decidido em assembleia que a candidata teria uma nova oportunidade para apresentar os documentos necessários, não enviado até o momento. Desta forma, o Conselho Deliberativo, órgão máximo da entidade, entrou em acordo que a chapa não teria condições de participar da disputa. 

ABIH-Nacional: a eleição

Mesmo com todos os empecilhos, a candidata da chapa Renovação e União concorreu ao cargo. A eleição foi realizada e todos os votos foram contabilizados - encerrada em 49 votos a um para Manoel Linhares.

Vale ressaltar que os estados de Tocantins, Pará e Piauí não votaram pela ausência de procuração de delegados. Representantes da Bahia, Espírito Santo e Goiás se retiraram da sala por livre e espontânea vontade também não tiveram seus votos levados em consideração na contagem final.

Em setembro, Vanessa entrou com uma ação solicitando a suspensão das eleições ou a determinação da participação de sua chapa no pleito. O pedido foi indeferido pelo juiz e, até a data da disputa, não havia nenhuma decisão judicial que obrigasse a suspensão das eleições.

No dia do pleito, a chapa Renovação e União entrou com uma petição para que o juiz explicasse a decisão, pedido que foi novamente negado. A ABIH também garante que todo o processo eleitoral do dia 1º de outubro foi documentado com vídeos e fotos que confirmam as informações.

(*) Crédito da foto: Divulgação/ABIH-Nacional

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